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Presidenciais: quem são os candidatos, de Marques Mendes a Ventura

André Ventura confirma candidatura à Presidência para 18 de janeiro de 2026, dizendo ter garantido voz aos militantes, ainda que não desejasse concorrer

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  • André Ventura confirmou a sua candidatura à Presidência da República, com as eleições marcadas para 18 de janeiro de 2026, dizendo que não podia ignorar os militantes.
  • Reiterou que não desejava ser candidato nesta eleição, mas pretendia assegurar que o Chega tivesse um candidato na corrida, o que, afirmou, não aconteceu.
  • O Chega já tinha sinalizado que poderia apresentar um candidato para Belém, com Ventura a confirmar a candidatura nesta fase.
  • Vários outros nomes já tinham anunciado candidaturas, incluindo Luís Marques Mendes, Henrique Gouveia e Melo, Joana Amaral Dias, António José Seguro, António Filipe e João Cotrim de Figueiredo, entre outros.
  • Entre as justificações políticas dos concorrentes de outros partidos, destacam-se as mesmas propostas de experiência, reformas estruturais e valores democráticos, conforme anunciadas ao longo do processo.

André Ventura confirmou a sua candidatura à Presidência da República, com as eleições marcadas para 18 de janeiro de 2026. O anúncio ocorreu durante a abertura do Conselho Nacional do Chega, justificado pela necessidade de ouvir os militantes e dar voz a quem o apoia. Admitiu que não pretendia candidatar-se nesta eleição, mas decidiu avançar para assegurar um representante do Chega.

A confirmação surge num cenário de várias pré-candidaturas já anunciadas ou sinalizadas, envolvendo figuras de diferentes espectros. Entre os nomes que já foram apresentados aparecem Luís Marques Mendes, Henrique Gouveia e Melo, Joana Amaral Dias, António José Seguro, António Filipe e João Cotrim de Figueiredo, além de outras candidaturas que foram ganhando forma ao longo do período.

Ventura explicou que o objetivo era ter um candidato que levasse o Chega à segunda volta, reconhecendo contudo ter falhado esse intento. A partir de agora, o foco passa a ser a campanha institucional e o alinhamento com a base do partido.

Candidaturas já anunciadas e alinhamentos

Luís Marques Mendes, antigo líder do PSD, apresentou-se como candidato, destacando a experiência no governo e no conhecimento do país, além de defender a relevância da política para o cargo. Henrique Gouveia e Melo, atual ex-chefe do Estado-Maior da Armada, justificou a candidatura pela necessidade de reformas estratégicas e estabilidade institucional. Joana Amaral Dias, dirigente do ADN, apresentou a sua candidatura com um discurso de mudança e de rejeição a um bloco central consolidado. António José Seguro, ex-secretário-geral do PS, destacou a sua trajetória parlamentar e uma mensagem de unidade nacional. António Filipe, candidato apoiado pelo PCP, defendeu uma candidatura que una diferentes correntes democratas. João Cotrim de Figueiredo, líder da Iniciativa Liberal, anunciou a intenção de concorrer, defendendo uma visão liberal para Portugal.

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