- Milhares reuniram-se em Telavive para assinalar mil dias desde o ataque de 7 de outubro de 2023, com famílias de reféns presentes.
- Os manifestantes exigem a criação de uma comissão estatal de inquérito independente aos acontecimentos.
- A marcha dirige-se à Hostages Square, onde se juntam a um comício contra o governo e a guerra em Gaza.
- Entre os símbolos usados, destacam-se uma persona com um fecho de correr sobre a boca e cordas nos pulsos, e uma máscara com o rosto de Benjamin Netanyahu.
- A praça foi rebatizada de “Praça da Memória” para este dia, com apelos também para libertação dos reféns ainda em cativeiro.
Milhares reuniram-se em Telavive para assinalar 1000 dias desde o ataque de 7 de outubro de 2023, com ex-reféns e famílias enlutadas à frente da manifestação. A marcha seguiu em direção à Hostages Square, onde o protesto ganhou força.
Os presentes incluíam familiares de reféns, apoiantes e outros participantes que pedem uma comissão estatal de inquérito. Cartazes e bandeiras israelitas marcaram o trajeto até o espaço público.
O marco temporal corresponde ao 1000.º dia desde o ataque atribuído ao Hamas. A concentração evoluiu para um comício contra o governo e a guerra em Gaza, com chamadas à responsabilização das autoridades.
Entre os símbolos usados, destacaram-se uma mulher com o zíper da boca fechado e cordas nas mãos, bem como uma máscara com o rosto do Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu. A praça passou a ser chamada “Praça da Memória”.
Os manifestantes combinam pedidos de responsabilização com a libertação dos reféns que permanecem em cativeiro. Em cartazes, aparece a frase 1 000 State Commission of Inquiry, sublinhando a exigência de uma investigação independente.
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