- A Marinha francesa abordou o navio-tanque Deliver ao largo da costa da Sicília, alegando violação do direito marítimo.
- O Presidente Emmanuel Macron afirmou nas redes sociais que a França não permitirá que a frota fantasma contorne sanções e financie o esforço de guerra russo.
- Trata-se do quinto navio suspeito de integrar a frota fantasma a ser alvo de abordagem e apreensão pela França desde setembro de 2025.
- Países da Europa Ocidental indicam que a Rússia utiliza navios registados em países terceiros para transportar principalmente petróleo, evitando sanções internacionais.
- A ação insere-se numa série de medidas de monitorização e controlo sobre atividades associadas à frota russa.
A Marinha francesa abordou o navio-tanque Deliver na terça-feira, ao largo da costa da Sicília, alegando violação do direito marítimo. O navio é apontado como suspeito de integrar a chamada frota fantasma da Rússia.
Emmanuel Macron afirmou publicamente, nas redes sociais, que a França não permitirá que a frota fantasma contorne sanções e financie o esforço de guerra russo. A declaração reforça a posição de Paris sobre o cumprimento das medidas restritivas.
Este é o quinto navio suspeito de pertencer à frota fantasma a ser alvo de abordagem pela França desde setembro de 2025. A operação ocorreu em águas internacionais, com coordenação de autoridades francesas.
Contexto internacional
- Países de defesa ocidental indicam que a Rússia utiliza navios registrados em terceiros países para transportar sobretudo petróleo, contornando sanções impostas pela invasão da Ucrânia.
- A prática é acompanhada de perto por governos europeus, que buscam evitar financiar o conflito e manter a aplicação das sanções.
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