- Keir Starmer demitiu-se do cargo de primeiro-ministro britânico e de líder do Partido Trabalhista, após menos de dois anos no poder.
- Em Downing Street, afirmou que o partido questionou se era a pessoa mais indicada para liderar o Labour nas próximas eleições gerais e que aceitou a resposta.
- Vai manter‑se como primeiro-ministro até que o novo líder seja escolhido, com o processo a arrancar em julho e o desfecho previsto para setembro.
- Disse ter herdado o Labour politicamente, financeiramente e moralmente falido, e afirmou ter provado que estavam errados, expulsando o veneno do antissemitismo e restaurando a confiança na economia, na defesa e na segurança nacional.
- O processo de seleção do novo líder começa em julho, com Starmer a cumprir o mandato até à conclusão do processo.
Keir Starmer demitiu-se do cargo de primeiro-ministro britânico e de líder do Partido Trabalhista, nesta segunda-feira, após menos de dois anos no cargo. O anúncio ocorreu em Downing Street, numa altura de mudanças políticas e impopularidade no mandato.
Em comunicado público, o líder cessante afirmou que o Partido Trabalhista questionou se era a pessoa mais indicada para liderar o Labour nas próximas eleições gerais e que aceitou a resposta. Starmer disse que manterá o governo até à escolha do novo líder.
Antes de anunciar a demissão, Starmer referiu ter herdado o partido politicamente, financeiramente e moralmente falido. Diz ainda ter ouvido repetidamente que estava acabado, mas afirmou ter demonstrado que estavam errados, afirmando ter eliminado o antissemitismo e restabelecido a confiança na economia, na defesa e na segurança nacional.
Próximos passos
A direção do Partido Trabalhista inicia o processo de escolha de um novo líder em julho. Starmer manter-se-á como primeiro-ministro até à eleição do sucessor, prevista para setembro.
O partido frisou que a transição deverá decorrer de forma estável, com o foco no planeamento para as próximas eleições gerais.
Entre na conversa da comunidade