- Abriram-se as urnas na Arménia para eleições legislativas marcadas por desinformação pró-Rússia, consideradas um teste à postura pró-europeia do primeiro-ministro Nikol Pashinyan.
- O partido do chefe do governo, Contrato Cívico, lidera as sondagens.
- O partido enfrenta críticas pela perda de Nagorno-Karabakh e pela dificuldade em desmantelar o sistema oligárquico.
- Um total de 19 partidos e blocos disputam os 101 lugares no parlamento.
As urnas abriram este domingo na Arménia para as eleições legislativas, em que a desinformação pró-Rússia é apontada como uma força influente. O escrutínio ocorre num contexto de teste à linha pró-europeia do primeiro-ministro Nikol Pashinyan. O processo eleitoral envolve 101 lugares.
Pashinyan lidera o partido Contrato Cívico, que surge na dianteira das sondagens, apesar das críticas por aspectos como a perda de Nagorno-Karabakh e a perceção de falhas na luta contra o que é visto como um oligárquico sistema político. A agenda do partido centra-se na continuidade de reformas.
Estão em disputa 19 partidos e blocos, que disputam as 101 vagas no parlamento. O escrutínio acontece num momento de tensão regional e de influência externa, com o governo a defender um curso próximo da União Europeia e o escrutínio a incluir a narrativa de desinformação associada a atores externos.
Contexto eleitoral
A corrida eleitoral é acompanhada por observadores nacionais e internacionais, que avaliam a integridade do processo e a cobertura mediática. O resultado final poderá definir a direção das relações exteriores da Arménia nos próximos anos.
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