- A Federação Norueguesa de Futebol (NFF) apresentou ao Comité de Ética da FIFA uma queixa sobre as circunstâncias da atribuição do Prémio da Paz a Donald Trump, em dezembro de 2025.
- A queixa, apoiada pela ONG FairSquare, acusa a FIFA de falha no dever de neutralidade na concessão do prémio.
- O presidente da FIFA, Gianni Infantino, anunciou a criação do troféu e a atribuição a Trump durante o sorteio do Mundial 2026, em Washington.
- Lise Klaveness, presidente da NFF, disse que a carta foi enviada para esclarecer os critérios do prémio e pediu transparência.
- O Mundial 2026 será coorganizado pelos Estados Unidos, Canadá e México, e realiza-se entre 11 de junho e 19 de julho.
A Federação Norueguesa de Futebol (NFF) apresentou ao Comité de Ética da FIFA uma queixa para esclarecer as circunstâncias da atribuição do Prémio da Paz ao presidente dos EUA, Donald Trump. A ação surge no seguimento de uma denúncia já apresentada pela ONG FairSquare, em dezembro de 2025, contra Gianni Infantino.
A NFF pretende obter transparência sobre os critérios usados pela FIFA para criar e atribuir o prémio recém-criado, seguindo o pedido de neutralidade feito pela FairSquare. Lise Klaveness, presidente da federação, destacou a necessidade de esclarecimentos sem pressões entre federações.
Contexto do prémio e data
No dia 5 de dezembro de 2025, em Washington, durante o sorteio do Mundial 2026, Infantino revelou a criação do troféu e a atribuição a Donald Trump, citando ações para promover a paz e a unidade global. O prémio é atribuído no âmbito do Mundial 2026, que os EUA coorganizam com o Canadá e o México.
Detalhes logísticos do Mundial 2026
O Mundial 2026 realiza-se entre 11 de junho e 19 de julho, com a organização conjunta de EUA, Canadá e México. A decisão de premiar Trump gerou controvérsia e colocou o foco na compreensão dos critérios de avaliação usados pela FIFA para o prémio.
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