- França intercetou o petroleiro russo Tagor, alegadamente ligado à frota fantasma e sujeito a sanções internacionais.
- A operação ocorreu no oceano Atlântico, em alto mar, com o apoio de parceiros internacionais, incluindo o Reino Unido, e seguiu o direito do mar.
- A intervenção foi realizada pela Marinha Francesa e visa cumprir as sanções internacionais impostas à Rússia.
- Macron afirmou que é inaceitável contornar as sanções, violar normas marítimas e financiar a guerra na Ucrânia, além de representar risco ambiental e para a segurança marítima.
- Este é o terceiro navio interceptado pela França da chamada frota fantasma; os anteriores são o petroleiro Grinch, apreendido no Mar de Alborão, em 22 de janeiro de 2016, e o petroleiro Deyna, interceptado a 20 de março no Mediterrâneo Ocidental.
O presidente francês Emmanuel Macron anunciou que a França interceptou no domingo o petroleiro russo Tagor, que está sujeito a sanções internacionais. A operação foi executada pela Marinha francesa no Atlântico, com apoio de parceiros internacionais, incluindo o Reino Unido, em estrita conformidade com o direito do mar.
A intervenção visa cumprir as sanções que visam o transporte de petróleo russo. Macron afirmou que a determinação francesa para fazer cumprir as sanções é constante e total, e que as embarcações que contornem as regras representam risco ambiental e de segurança marítima.
Tratando-se do terceiro navio da chamada “frota fantasma” a ser interceptado pela França, o Tagor sucede ao Grinch, apreendido no Mar de Alborão a 22 de janeiro de 2016, e ao Deyna, interceptado a 20 de março no Mediterrâneo Ocidental.
A França tem mantido a atuação com coordenação internacional para evitar o financiamento da guerra na Ucrânia, segundo as autoridades. As ações são apresentadas como parte de esforços para reforçar o cumprimento das sanções económicas impostas à Rússia.
Não foram divulgados detalhes sobre possíveis sanções aplicadas ao Tagor ou sobre o destino da carga, mantendo o foco em neutralidade e no cumprimento das normas internacionais. Autoridades francesas destacam a importância de manter vias marítimas seguras.
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