- Um drone violou o espaço aéreo da Lituânia, levando o Presidente, a primeira-ministra e outros membros do Governo a refugiarem-se em abrigos subterrâneos e suspendendo temporariamente o tráfego no aeroporto de Vilnius.
- O tráfego ferroviário ao redor da capital foi interrompido, e escolas e jardins-de-infância orientados a levar crianças para abrigos, com o Exército a emitir um aviso para a população.
- A missão de policiamento aéreo da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) foi ativada para neutralizar a ameaça, e o drone foi detectado no espaço aéreo lituano.
- Os Estados bálticos acusam a Rússia de desviar drones ucranianos dos seus alvos, sem apresentarem provas, enquanto o Kremlin afirma acompanhar a situação.
- A Lituânia disse que o drone veio da Letónia; não ficou claro se o aparelho caiu ou saiu do território, e o tráfego aéreo e ferroviário foi retomado após o alerta.
O drone quebrou o espaço aéreo da Lituânia, levando o Presidente, a primeira-ministra e outros membros do Governo a refugiarem-se em abrigos subterrâneos. O aeroporto de Vilnius interrompeu temporariamente o tráfego, após o incidente de segurança no Báltico.
O Exército lituano pediu às pessoas para se afastarem de zonas abertas e procurarem um local seguro, com instruções para cuidar de familiares. Parlamentares também receberam alerta para permanecer em abrigos.
O ministro da Defesa, Robertas Kaunas, afirmou que aeronaves militares tentavam neutralizar a ameaça e que a NATO ativou a missão de policiamento aéreo para responder ao drone detectado no espaço lituano. O alerta durou cerca de uma hora.
Kaunas indicou que o drone teria vindo da Letónia; ainda não está claro se o aparelho caiu ou permaneceu no território. O tráfego aéreo e ferroviário retomaram depois da evacuação. O Kremlin disse acompanhar a situação e negou vínculos com uma operação ucraniana.
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