Em Alta Copa do Mundo futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Kallas exige fim da repressão política e controlo absoluto da economia em Cuba

Kallas exorta Cuba a pôr fim à repressão e ao controlo da economia, defendendo reformas para evitar colapso e atrair investimento, com apoio da UE

Kaja Kallas
0:00
Carregando...
0:00
  • A Alto Representante da União Europeia para a Política Externa, Kaja Kallas, pediu, durante um debate no Parlamento Europeu em Estrasburgo, o fim da repressão política em Cuba e o fim do controlo absoluto da economia.
  • Reclamou reformas políticas e económicas significativas para evitar o colapso do país, e sublinhou que milhões estão a sofrer com cortes de eletricidade, escassez de medicamentos e serviços públicos degradados.
  • A responsável lembrou que a crise resulta de falhas económicas estruturais, políticas deficientes e do impacto de restrições externas, sem mencionar diretamente o embargo dos EUA.
  • Exigiu a libertação de pessoas detidas arbitrariamente e uma abertura do país à democracia, defendendo ao mesmo tempo que a reforma económica sustentável exige segurança jurídica e liberdade de atores económicos.
  • A UE pretende manter apoio humanitário à população cubana, com mais seis milhões de euros adicionados, canalizados através de organizações internacionais e parceiros, sem financiar o Estado cubano.

A Alta Representante da UE para a Política Externa, Kaja Kallas, pediu às autoridades cubanas o fim da repressão política e do controlo absoluto sobre a economia. Alertou para reformas políticas e económicas significativas para evitar o colapso do país.

Kallas fez o apelo durante um debate no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, em relação à situação em Cuba. A dirigente europeia indicou que milhões de cubanos enfrentam cortes diários de eletricidade, carências de medicamentos e de alimentos.

A chefe da diplomacia europeia atribuiu a crise a falhas económicas estruturais, políticas deficientes e ao impacto de restrições externas. Não mencionou diretamente o embargo dos EUA, mas apontou pressões externas como fator relevante.

A responsável enfatizou que as autoridades cubanas devem libertar os detidos arbitrariamente, avançar com reformas e abrir o país à democracia, sublinhando que o ponto de vista está alinhado com o consenso entre os Estados-membros.

Kallas afirmou também que a abertura à iniciativa privada, ao investimento e ao empreendedorismo é essencial para estabilizar a economia, desde que haja segurança jurídica e liberdade para os agentes económicos.

A diplomata estónia adiantou que a UE manterá o apoio à população cubana através de ajuda humanitária. Referiu uma mobilização de seis milhões de euros adicionais para necessidades urgentes, canalizada por organizações internacionais e parceiros europeus.

Ao encerrar, destacou que a UE não financia o Estado cubano, mas sim a população, através de agências e organizações parceiras. A posição portuguesa é de reforçar a assistência humanitária sem intervenção direta no governo cubano.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais