- Visita guiada às entranhas do ATLAS, um dos detectores do CERN, em Genebra, para entender a física de partículas.
- O objetivo é explicar como percebemos matéria que não vemos, como medi-la e dar sentido aos dados.
- O CERN é o maior acelerador de partículas do mundo e o ATLAS contribuiu para descobertas importantes em física.
- O físico Steven Goldfarb destacou que “ainda há muito espaço dentro de um protão”.
- O relato foca na engenharia e na tecnologia por trás do detector e da experiência científica.
Uma visita guiada à infraestrutura do CERN abriu portas às entranhas do ATLAS, um dos detectores do maior acelerador de partículas do mundo. O objetivo foi compreender como a matéria invisível é percebida, mediada e convertida em dados com base em engenharia de ponta.
O grupo acompanhou especialistas que explicaram, de forma prática, como se extraem sinais de partículas inexistentes a olho nu. O foco esteve em como as medições são traduzidas em informações que ajudam a entender o universo.
O que se viu permitiu associar teoria e prática: a construção e o funcionamento do ATLAS, no Laboratório Europeu de Física de Partículas, em Genebra. O objetivo é mostrar como se investiga o que não é visível diretamente.
O ATLAS e a descoberta
Within this part, o foco recai sobre o papel do ATLAS na experiência de física de partículas, desde a detecção de traços até à interpretação de dados complexos. As explicações destacaram também a importância da tecnologia usada para mapear eventos a altas energias.
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