- A organização Prisoners Defenders (PD), com sede em Madrid, registou em abril 1.260 presos por motivos políticos em Cuba, mais dez que no mês anterior.
- O relatório de abril aponta uma “intensificação imparável” da repressão na ilha, com detenções arbitrárias, desaparecimentos temporários e campanhas de descrédito.
- O documento inclui 23 novos reclusos, entre menores de idade, desportistas, artistas, jornalistas independentes e ativistas pacíficos, além de 13 saídas da prisão, em sua maioria por cumprimento integral da sanção.
- A PD descreve a repressão como uma prática contínua e abrangente, afetando diferentes sectores da sociedade que criticam o regime.
A ONG Prisoners Defenders (PD) revelou que, em abril, Cuba registou 1.260 presos por motivos políticos, mais dez que no mês anterior. O relatório aponta para uma intensificação da repressão na ilha.
Segundo a PD, a repressão envolve detenções arbitrárias, desaparecimentos temporários, ameaças, campanhas de descrédito e a criminalização de qualquer expressão crítica contra o regime.
Entre os 23 novos reclusos listados estavam menores de idade, desportistas, artistas, jornalistas independentes e ativistas pacíficos. Por outro lado, 13 pessoas receberam a liberdade, na maioria após cumprimento integral da sanção.
A PD, com sede em Madrid, publicou o relatório mensal de abril, destacando que as dinâmicas de repressão permanecem em escalada, conforme as informações recolhidas pela organização.
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