- O presidente das Canárias, Fernando Clavijo, rejeitou que o navio de cruzeiro com hantavírus faça escala nas ilhas.
- Pediu uma reunião urgente com o chefe do Executivo, Pedro Sánchez, alegando que a decisão não obedece a critérios técnicos e que não há informações suficientes para manter uma mensagem de calma e garantir a segurança.
- Clavijo criticou o Governo de Espanha por deslealdade institucional e falta de profissionalismo por não o manter informado, e também criticou a ministra da Saúde, Mónica García, pela falta de explicações sobre os critérios da Organização Mundial de Saúde (OMS).
- Disse ainda que não pode permitir que o navio entre nas Canárias.
- A Espanha aceitou a escala do cruzeiro nas Canárias após pedido da Organização Mundial de Saúde e da União Europeia, para gerir a assistência médica sob um protocolo internacional rigoroso.
O presidente das Canárias, Fernando Clavijo, rejeitou a escala de um cruzeiro com passageiros infetados com hantavírus nas ilhas. Pediu uma reunião urgente com o chefe do governo, Pedro Sánchez, alegando critérios técnicos insuficientes.
Clavijo afirmou, numa entrevista à rádio Onda Cero, que não recebeu informações suficientes para manter mensagens de tranquilidade nem garantir a segurança da população canária. Criticou a condução da gestão pela maioria central.
Acusou o governo de deslealdade institucional e de não o manter informado, incluindo a ministra da Saúde, Mónica García, conforme as declarações difundidas pela imprensa. O governo espanhol tinha autorizado a escala para prestar assistência médica.
Desacordo entre autonomias e governo central
A decisão ocorreu após pedidos da OMS e da União Europeia, que influenciaram a aceitação da escala no arquipélago. A presença do navio seria gerida sob um protocolo internacional rigoroso, para assistência a passageiros e tripulação.
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