- O Papa Leão XIV chegou a bordo de helicóptero ao Principado de Mónaco este sábado e ficará nove horas no local.
- É a primeira viagem a um país europeu do Papa Leão XIV. O Papa foi recebido pelo príncipe Alberto II e pela princesa Charlene, com salvas de honra e sinos a tocar.
- Trata-se da segunda viagem apostólica internacional na era moderna, com apenas Paulo III, em mil quinhentos e trinta e oito, registando passagem pelo território.
- O programa inclui quatro eventos: visita de cortesia ao príncipe e à família; discurso às autoridades; encontro com a comunidade católica na Catedral da Imaculada Conceição; reunião com jovens na praça junto à Igreja de Sainte-Dévote e missa de encerramento no Estádio Luís II.
- Monaco, onde o catolicismo é religião oficial, foi escolhido após o príncipe ter recusado, em novembro passado, assinar a lei sobre o aborto. O Cardeal Pietro Parolin sublinhou esperança de que a viagem fortaleça a missão da Igreja local em áreas como proteção da criação, defesa da vida e solidariedade internacional.
O Papa Leão XIV chegou na manhã de sábado a Mónaco, a bordo de um helicóptero, em plena sua primeira viagem à Europa. A visita ao principado terá duração de nove horas.
À chegada, foi recebido pelo príncipe Alberto II e pela princesa Charlene, vestida de branco. Salvas de honra e o toque dos sinos marcaram o acolhimento no pequeno território.
Este é o segundo deslocamento apostólico internacional do Papa na era moderna, com o único registo anterior de uma passagem de Paulo III em 1538, no regresso do Congresso de Nice.
Agenda principal
A missão de hoje inclui uma receção no Palácio do Príncipe, com discurso às autoridades. Segue-se uma reunião com a comunidade católica na Catedral da Imaculada Conceição.
Mais tarde há um encontro com jovens na praça em frente à Igreja de Sainte-Dévote, antes da missa de encerramento no Estádio Luís II.
O Vaticano recorda que Monaco é um Estado com o catolicismo como religião oficial. O príncipe tem estado envolvido em debates locais sobre políticas públicas, incluindo uma legislação recente sobre aborto.
O cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado, afirmou que a viagem deve impulsionar a missão da Igreja na região, fortalecendo o compromisso com a proteção da criação, a defesa da vida e a solidariedade internacional, incluindo os mais vulneráveis.
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