- Cinco Estados do sul da Europa assinaram uma carta conjunta dirigida à presidente da Comissão Europeia, avisando que a embarcação russa não tripulada Arctic Metagaz representa risco iminente e sério de desastre ecológico e pedem ativação do mecanismo comunitário de proteção civil.
- Os signatários são Chipre, Espanha, Grécia, Itália e Malta, em defesa de uma resposta coordenada ao nível da União Europeia.
- A embarcação, pertencente à chamada “esquadra fantasma” russa, transporta combustíveis fósseis sujeitos a sanções e está à deriva no Mediterrâneo com carga explosiva, sem tripulação.
- O incidente ocorreu após um alegado ataque de drone perto de águas maltesas, que causou um forte impacto na embarcação que transporta gás líquido.
- Os líderes pretendem levar o tema à próxima reunião do Conselho Europeu, prevista para esta semana, destacando que as condições do navio e a natureza da carga aumentam o risco de um grande desastre ecológico.
Cinco Estados do sul da Europa procuram uma solução para uma embarcação russa não tripulada à deriva no Mediterrâneo, considerada pela Comissão Europeia uma ameaça ambiental. Madrid confirmou uma carta conjunta dirigida a Ursula von der Leyen, pedindo ativação do mecanismo de proteção civil da UE.
A embarcação Arctic Metagaz pertence à chamada “esquadra fantasma” russa, que transporta combustíveis fósseis sancionados. O navio, que carrega gás líquido, sofreu um forte impacto possivelmente causado por drone, perto de águas maltesas no início deste mês.
A Rússia afirmou, no início de março, que um ataque de drones ucranianos atingiu um navio russo que transportava gás natural, ao largo da Líbia. Líderes pretendem uma resposta coordenada da UE para mobilizar recursos rapidamente.
As autoridades destacam as condições precárias do navio e a natureza da carga como fatores de risco elevados para um possível desastre ecológico no espaço marítimo da UE. A embarcação permanece à deriva, sem tripulação, com carga explosiva.
Todos os tripulantes sobreviveram. O Arct ic Metagaz continua à deriva com combustível a bordo, exigindo intervenção rápida. Os líderes preparam levar o caso à próxima reunião do Conselho Europeu, ainda esta semana.
Entre na conversa da comunidade