- O Departamento de Defesa dos Estados Unidos reforçou a presença no Médio Oriente com o envio de 2.200 fuzileiros navais, em resposta à ofensiva iraniana.
- A 31.ª Unidade Expedicionária dos Fuzileiros Navais já partiu em três navios da Marinha e tem base no Japão para operar na região do Indo-Pacífico.
- A missão dos fuzileiros é prestar apoio logístico e disponibilizar meios — como veículos anfíbios e aeronaves —, sem incorrer numa incursão inicial no Irão.
- O Irão afirmou que atacará qualquer instalação usada para o agredir, após ataques alegados a 17 instalações norte-americanas desde o início do conflito.
- A Turquia enviou o general Metin Tokel para inspecionar o posto fronteiriço de Van; a NATO informou estar pronta para defender os seus membros, mas ainda não há procedimentos formais ativados.
O Departamento de Defesa dos EUA reforçou a presença na região do Médio Oriente com a deslocação de 2 200 fuzileiros navais, em resposta à ofensiva iraniana que já atingiu várias instalações norte-americanas. A operação envolve a 31.ª Unidade Expedicionária, já enviada a bordo de três navios da Marinha, com base principal no Japão para atuar na região.
Segundo informações veiculadas, o objetivo é assegurar apoio logístico e disponibilizar meios, como veículos anfíbios e aeronaves, caso a escalada do conflito se intensifique. O envio não implica, à partida, uma incursão terrestre, mas aumenta a prontidão da força militar dos EUA na área.
Estimativas indicam que 17 instalações norte-americanas tenham sido alvo desde o início das hostilidades. Um representante iraniano, em Genebra, advertiu que Teerã responderá a quaisquer alvos usados para atacar o Irão, qualificado como alvo legítimo pelas suas forças.
Turquia manda general inspecionar a fronteira com o Irão
Entretanto, Ancara enviou o comandante do Exército de Terra, Metin Tokel, para inspecionar a fronteira perto de Van. O general supervisionou tropas e postos fronteiriços, avaliando atividades e condições no terreno.
A Turquia alberga a base de Incirlik, a qual tem relevância estratégica na região. A NATO comentou que está preparada para defender os seus membros face a violações do espaço aéreo. Até ao momento, não há indicação de ativação de procedimentos formais pela Turquia junto da aliança.
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