- Desde 28 de fevereiro, várias embaixadas ocidentais fecharam ou transferiram o pessoal em Teerão, incluindo para Baku, no Azerbaijão.
- Países Baixos e Dinamarca anunciaram o envio temporário e o encerramento, respetivamente, da embaixada no Irão, com a missão transferida para Baku por motivos de segurança.
- Itália também fechou a sua embaixada em Teerão e transferiu o pessoal para o Azerbaijão; Paris, contudo, não evacuou a embaixada, conforme afirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros francês.
- Espanha já retirou o embaixador e o restante pessoal da missão em Teerão; Portugal tinha encerrado temporariamente a sua embaixada no Irão a 14 de janeiro.
- A Rússia informou ter retirado mulheres e crianças da embaixada, mantendo a maior parte do corpo diplomático; o conflito na região intensificou-se desde os ataques de Israel e dos Estados Unidos ao Irão.
Desde o início do ataque israelo-norte-americano ao Irão, a 28 de fevereiro, várias embaixadas ocidentais decidiram fechar ou transferir o pessoal para fora do Irão, com o Azerbaijão a receber a maior parte das deslocações.
Entre os países que anunciaram medidas, destacam-se os Países Baixos e a Dinamarca, que transferiram o pessoal para Baku. Na mesma linha, a Itália encerrou a embaixada em Teerão e também enviou funcionários para o Azerbaijão.
A Dinamarca justificou o encerramento temporário da embaixada pela gravidade da situação de segurança. Itália e Países Baixos sublinharam que a rede diplomática continua disponível de forma reduzida, sem cortar relações com Teerão.
Ações de países e contexto regional
Austria também ordenou a transferência da sua missão de Teerão para Baku, no fim de semana anterior. França afastou a evacuação da embaixada, mantendo a estratégia sob avaliação. Espanha já retirou o embaixador e o pessoal da missão em Teerão.
A Rússia anunciou a retirada de mulheres e crianças da sua embaixada, mantendo a maior parte do corpo diplomático no Irão. Portugal já tinha encerrado temporariamente a sua embaixada em Teerão a 14 de janeiro, antes do aumento de hostilidades.
Desde 28 de fevereiro, o conflito na região intensificou-se, com altas vítimas e ataques entre várias partes envolvidas. A HRANA aponta números elevados de mortes entre manifestantes e civis, com atualização recente. O Irão respondeu com ações contra países vizinhos e o encerramento de alguns canais estratégicos regionais.
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