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Estudante espancado em França morre, alegadamente por grupo de esquerda

Estudante de 23 anos morre em Lyon após agressão alegadamente cometida por militantes de extrema-esquerda Antifa; procuradoria investiga violência agravada

Os autores do espancamento seriam militantes de extrema-esquerda Antifa
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  • A estudante de 23 anos morreu em Lyon, França, depois de ter sido espancada numa conferência por alegados militantes de extrema-esquerda.
  • O ataque ocorreu durante uma sessão da eurodeputada Rima Hassan, do partido La France Insoumise (LFI), na universidade Sciences Po Lyon.
  • A procuradoria de Lyon abriu uma investigação por violência agravada; a polícia aponta para confrontos entre militantes de extrema-direita e extrema-esquerda.
  • Testemunhos indicam que cerca de trinta antifascistas teriam perseguido funcionários de um serviço de segurança, resultando numa agressão violenta ao estudante.
  • Reações: o presidente Emmanuel Macron pediu calma e reiterou que nenhuma causa justifica homicídio; críticos da extrema-direita apontam para responsabilidades da extrema-esquerda, enquanto a LFI rejeita qualquer implicação.

O estudante de 23 anos que foi espancado na quinta-feira em Lyon, no sudeste de França, morreu neste sábado devido aos ferimentos, informou a AFP. O ataque ocorreu durante uma conferência na Sciences Po Lyon, proferida pela eurodeputada Rima Hassan, do partido LFI.

Segundo a AFP, há indícios de confrontos entre militantes de esquerda e de direita, com um grupo de cerca de trinta antifascistas alegadamente envolvido. A Procuradoria de Lyon abriu uma investigação por violência agravada.

Funcionários de um serviço de segurança teriam sido perseguidos durante o incidente, que resultou na agressão violenta ao jovem. A família afirma que o estudante não tinha ligação com serviços de segurança e pediu calma.

Desdobramentos da investigação

O advogado da família descreveu o caso como um crime, solicitando análise cuidadosa das circunstâncias. O presidente francês, Emmanuel Macron, pediu moderação e disse que nenhuma ideologia justifica homicídio.

Reações políticas surgiram no panorama francês. Bruno Retailleau, líder do partido LR, citou a responsabilidade da extrema-esquerda, enquanto o LFI reiterou que não tem envolvimento com os acontecimentos.

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