- Em novembro de 2014, Jeffrey Epstein discutiu com a banqueira Ariane de Rothschild a possibilidade de se mudar para Portugal ou para a Suíça.
- Ariane destacou as vantagens de Portugal, incluindo praias, sol, locais históricos e a simpatia dos portugueses; Epstein respondeu que morar em Portugal seria “um preço demasiado alto a pagar”.
- Segundo o Expresso, Ariane mencionou que Portugal oferece 10 anos de isenção de impostos a residentes fiscais estrangeiros.
- Ficheiros de 2015 indicam que Epstein pesquisou a Lei dos Sefarditas, que permite nacionalidade a descendentes de judeus sefarditas com ligação a comunidades portuguesas.
- O jornal aponta ligações de Epstein a Valdson Vieira Cotrin, o mordomo brasileiro, e a Maria Gomes de Melo, mulher dele em Paris; ela afirmou ao Telegraph não ter visto conduta imprópria com menores ao longo de cerca de vinte anos.
Numa troca de mensagens de novembro de 2014, Jeffrey Epstein afirmou interesse em fixar residência em Portugal ou na Suíça, conforme relata o jornal Expresso. A banqueira Ariane de Rothschild apresentou as vantagens de Portugal, incluindo praias, clima e património histórico, bem como a simpatia dos portugueses.
Epstein, contudo, respondeu que morar em Portugal poderia ter “um preço demasiado alto a pagar”. Ariane de Rothschild destacou ainda a existência de dez anos de isenção de impostos para residentes fiscais estrangeiros, segundo o Expresso.
Entre os documentos tornados públicos em 2025, surgem referências a uma pesquisa de Epstein em 2015 sobre a Lei dos Sefarditas, que poderá permitir a aquisição de nacionalidade por parte de descendentes de judeus sefarditas com ligações a comunidades portuguesas, em contexto de reparação histórica.
Além disso, o artigo menciona ligações de Epstein a pessoas próximas em Portugal, incluindo Valdson Vieira Cotrin, o seu mordomo brasileiro, e Maria Gomes de Melo, mulher de domínio português responsável pela limpeza do apartamento em Paris. Uma declaração ao The Telegraph, citada pelo Expresso, afirma que não houve indícios de conduta inadequada com menores de idade em anos anteriores a Nova Iorque, na ilha privada ou em Paris.
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