- Resultados parciais da contagem com 31,14% das urnas apuradas mostram vantagem da candidata Laura Fernández, com 53,1% dos votos válidos, segundo o Tribunal Supremo Eleitoral.
- Fernández é candidata pelo Partido Soberano do Povo e defende linha dura no combate ao tráfico de droga.
- O candidato Álvaro Ramos, do Partido da Libertação Nacional, está em segundo, com 30% dos votos.
- Para vencer no primeiro turno, é necessário obter pelo menos 40% dos votos; caso contrário, realiza-se uma segunda volta no dia 5 de abril.
- Cerca de 3,7 milhões de cidadãos estavam convocados às urnas para eleger o chefe de Estado e os membros do parlamento, num contexto de aumento da violência associada ao tráfico de droga.
A contagem parcial dos votos nas presidenciais da Costa Rica aponta para uma vantagem clara da candidata de direita Laura Fernández. Segundo a primeira atualização do Tribunal Supremo Eleitoral, com 31,14% das urnas apuradas, Fernández lidera com 53,1% dos votos válidos, aos 39 anos.
O oposicionista Álvaro Ramos, do Partido da Libertação Nacional, fica em segundo lugar com 30% dos votos. A eleição para o cargo de chefe de Estado e para o parlamento tem cerca de 3,7 milhões de eleitores convocados.
Fernández, defensora de uma linha dura contra o tráfico de droga, precisa de pelo menos 40% para vencer já no primeiro turno; caso contrário, há segunda volta marcada para 5 de abril. O país enfrenta uma escalada da violência ligada ao crime organizado.
Contexto de segurança e alianças
A Costa Rica tem vivido uma escalada no tráfico de droga, com a taxa de homicídios atingindo recorde histórico sob a liderança do atual presidente cessante. O Governo atribui boa parte dos homicídios ao crime organizado e ao tráfico.
Próximos passos
Entre as propostas, a ex-primeira-dama Claudia Dobles está entre os concorrentes. Além disso, o pleito envolve a intenção de, caso Fernández vença, buscar apoio parlamentar para reformas constitucionais e mudanças no sistema judicial.
Reação e volatilidade
O presidente em exercício manifestou-se, após votar, sobre a necessidade de manter a estabilidade democrática. O ex-presidente Oscar Arias alertou para riscos à democracia, enquanto Chaves rejeitou críticas sobre ditadura, enfatizando a defesa das instituições.
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