- Alex Jeffrey Pretti, de 37 anos, enfermeiro de cuidados intensivos, foi morto por agentes do ICE em Minneapolis.
- O governador Tim Walz pediu investigações locais e disse não confiar no governo federal para apurar o caso, acusando o ICE de semear violência no estado.
- O ICE afirma que Pretti se aproximou com uma arma semiautomática de 9 milímetros; a família diz que ele tinha licença de porte, mas não a utilizou.
- O agente responsável tinha oito anos de experiência na Patrulha de Fronteira dos Estados Unidos; o tiroteio ocorreu às 09:05 locais durante uma operação contra um imigrante indocumentado.
- A morte de Pretti intensificou protestos e tensões em Minnesota, já marcadas pela morte de Renee Good, também ocorrida em contexto de ações do ICE.
Dois a três parágrafos iniciais de texto, apresentando o que aconteceu, quem está envolvido, quando e onde, de forma objetiva.
O enfermeiro Alex Jeffrey Pretti, de 37 anos, foi baleado por agentes do ICE em Minneapolis, Minnesota, este sábado. O incidente ocorreu durante uma operação de controlo de imigração, na cidade, com a morte confirmada no local. O caso já gerou críticas ao ICE e às suas ações.
O governador democrata Tim Walz pediu às autoridades locais que conduzam a investigação da morte, afirmando que o governo federal não deve dirigi-la. Walz acusou o ICE de desestabilizar o estado com as suas operações.
Detalhes do ocorrido
O chefe de polícia de Minneapolis confirmou a morte, ocorrida por volta das 09:05 locais. O ICE informou que o incidente envolveu um homem que, segundo afirma, aproximou-se dos agentes portando uma arma, que não ficou clara no vídeo disponível à imprensa.
A família de Pretti afirma que ele tinha uma licença de porte oculto para a arma de fogo, mas não a utilizou. O ICE não detalhou se Pretti empunhou a arma no momento do tiroteio.
Perfil e contexto
Pretti era natural do Illinois e trabalhava como enfermeiro de cuidados intensivos na Administração de Veteranos. A família descreve-o como alguém dedicado aos outros e participante em protestos contra o ICE em Minneapolis.
O agente que disparou era membro com oito anos de serviço na Patrulha de Fronteira dos EUA, segundo a autoridade citada. A defesa do ICE aponta que o incidente ocorreu em legítima defesa, durante uma operação contra um homem com antecedentes de violência.
Reação e desdobramentos
Além da cobrança de uma investigação independente, cresceram as críticas ao ICE e às suas operações em Minnesota. Gordon Frey, chefe da polícia local, e o próprio governador já pediram ao Presidente para encerrar as operações na região.
O episódio sucede a morte de Renee Good, ocorrida no início do mês, também atribuída ao ICE, o que aumentou a tensão e os protestos contra as ações federais de imigração no estado.
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