- O décimo aniversário dos atentados de 13 de novembro de 2015 em Paris é assinalado com cerimónias na quinta-feira, num jardim memorial junto à Câmara Municipal, com a presença de Emmanuel Macron e Anne Hidalgo.
- As homenagens lembram as 130 vítimas mortais e os sobreviventes, com o presidente da associação Life for Paris a falar das emoções vividas pelos que estiveram no Bataclan.
- A Torre Eiffel será iluminada com as cores da bandeira francesa e os parisienses são convidados a acender velas e deixar flores na Praça da República.
- O jardim memorial foi criado com a participação de familiares e sobreviventes e inclui os nomes das vítimas gravados em monólitos.
- O julgamento de Salah Abdeslam, único sobrevivente do grupo extremista, resultou numa condenação à prisão perpétua sem liberdade condicional, acompanhado de 19 cúmplices condenados.
Os ataques de 13 de novembro de 2015 em Paris provocaram 130 mortes e mais de 400 feridos, cometidos por facções associadas ao Estado Islâmico. Os ataques ocorreram no Stade de France, em vários cafés da capital e no Bataclan.
Neste décimo aniversário, Paris assinala as vítimas com uma cerimónia junto ao jardim memorial perto da Câmara Municipal. Participam o presidente Emmanuel Macron, a prefeita Anne Hidalgo, sobreviventes e familiares das vítimas.
O jardim memorial foi criado com a participação de familiares e sobreviventes, incluindo a associação Life for Paris. Os nomes das vítimas estão gravados em monólitos, simbolizando memória e resiliência.
Cerimónias e símbolos
A Torre Eiffel foi iluminada com as cores da bandeira francesa e há convites para que os bombeiros, cidadãos e familiares depositem velas na Praça da República.
O governo francês afirmou que o país se reúne para honrar as vítimas, apoiar as famílias e reafirmar o combate ao terrorismo.
Contexto judicial
O único membro sobrevivente do grupo, Salah Abdeslam, foi condenado à prisão perpétua sem liberdade condicional, em julgamento realizado entre 2021 e 2022. Outros 19 cúmplices também receberam penas.
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