Em Alta Copa do Mundo futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Banco de Inglaterra mantém taxa diretora em 3,75% com inflação estável

Banco de Inglaterra mantém a taxa diretora em 3,75% pela quarta reunião consecutiva, com inflação estável e perspetivas de pressão energética persistente

ARQUIVO. O governador do Banco de Inglaterra, Andrew Bailey, à chegada à conferência de imprensa sobre o Relatório de Política Monetária, em Londres, 30 de abril de 2026
0:00
Carregando...
0:00
  • O Banco de Inglaterra manteve a taxa diretora em 3,75% pela quarta reunião consecutiva.
  • A inflação no Reino Unido manteve-se estável, em 2,8% em maio, abaixo dos 3,0% esperados pelos economistas.
  • Custos de transporte subiram para 6,8%, enquanto a inflação de alimentação abrandou para 2,2% e os custos com habitação continuaram a moderar-se.
  • O banco alerta que já existe alguma pressão inflacionista derivada de energia, mas pretende impedir uma inflação persistentemente acima de 2%.
  • A decisão não foi unânime: dois membros votaram a favor de um aumento de 0,25 ponto percentual; Andrew Bailey destacou a queda recente do petróleo como encorajadora.

O Banco de Inglaterra manteve a taxa diretora em 3,75% pela quarta reunião consecutiva. A decisão acompanha inflação estável e arrefecimento gradual do mercado de trabalho, sem sinais de aceleração brusca.

A instituição avalia ainda o impacto da guerra no Irão nos preços, enquanto a economia britânica mostra resiliência. O governador Andrew Bailey e o Comité de Política Monetária sinalizam manter uma postura neutra.

Dados oficiais apontam para inflação de 2,8% em maio, estável face a abril e abaixo do esperado de 3,0%. Além disso, a leitura revela custos de transporte mais elevados, enquanto alimentação e habitação desaceleram.

Apesar do recuo recente do petróleo, Bailey alertou que energia mais cara continua a pressonar a inflação, mantendo o risco de subida no curto prazo. A prioridade é evitar uma inflação persistentemente acima de 2%.

Analistas sugerem que a inflação pode acelerar novamente até ao final do ano, com o repasse de custos de energia para os preços. Ainda assim, o ambiente permanece de incerteza pela evolução energética.

A deliberação não foi unânime: 2 de 9 membros votaram a favor de um aumento de 0,25 ponto percentual, refletindo preocupações com impactos de custos energéticos na inflação.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais