- Tiago Oliveira, ex-presidente da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais, pediu menos meios aéreos para combater incêndios, destacando a pressão internacional sobre os preços de aluguer.
- Em CPI aos negócios dos incêndios rurais, afirmou não ter conhecimento de ilícitos relacionados com o tema.
- Citou estudo da AGIF que conclui que qualquer aquisição ou aluguer de meios à escala nacional deve ser precedido de avaliação custo-benefício.
- Explicou que o modelo de negócio de empresas de meios aéreos passa por realugar meios no estrangeiro para disponibilizar ao Estado ou à ANEPC, o que aumenta a atividade de aluguer à medida que mais meios são alocados.
- Disse estas observações em resposta ao deputado do PS Pedro Vaz.
O ex-presidente da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF), Tiago Oliveira, pediu menos meios aéreos para combater incêndios, apontando pressão no mercado internacional para aumentar os preços de aluguer. A defesa ocorreu na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) aos negócios dos incêndios rurais.
Oliveira disse não ter conhecimento de ilícitos no setor, lembrando um estudo encomendado pela AGIF. O estudo recomenda que qualquer aquisição ou aluguer de meios aéreos a escala nacional passe por uma avaliação custo-benefício. A fala decorreu no âmbito das diligências da CPI.
Segundo o ex-presidente, o modelo de negócio atual envolve realugar meios no exterior para o Estado português ou para a ANEPC, já que as empresas não dispõem de meios próprios. Quanto mais meios são necessários, maior tende a ser o aluguer solicitado pelas entidades públicas. Pedro Vaz, deputado do PS, questionou a situação.
Contexto do Debate
A CPI acompanha as operações e negócios ligados aos incêndios rurais. Em resposta, Oliveira enfatizou que a disponibilidade de meios depende de contratos externos e da capacidade de resposta do mercado internacional, influenciando os custos para o Estado. O debate continua a avaliar opções de gestão de meios aéreos.
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