- O Governo de Luís Montenegro enfrenta o ciclo mais intenso de contestação laboral dos últimos anos.
- Os avisos prévios de greve aumentaram 4,5% no primeiro trimestre, segundo a DGERT.
- Sindicatos e trabalhadores criticam as alterações previstas na legislação laboral.
- Os acordos entre patrões e sindicatos estão a cair a pique.
- A conflitualidade laboral é apresentada como consequência da reforma da legislação do trabalho promovida pelo Executivo.
O Governo de Luís Montenegro enfrenta o mais intenso ciclo de contestação laboral dos últimos anos. Os avisos prévios de greve aumentaram 4,5% no primeiro trimestre, segundo dados da DGERT.
Os protagonistas são sindicatos, trabalhadores e empregadores, que apontam a reforma da legislação do trabalho como o principal motor do aumento da conflitualidade. A redução de acordos entre patrões e sindicatos também é observada neste período.
No âmbito institucional, a DGERT regista um agravamento da tensão no mercado de trabalho, com impacto direto na negociação coletiva e na previsibilidade para empresas. O Governo ainda não apresentou evoluções oficiais sobre o calendário legislativo relacionado com as alterações em curso.
Contexto laboral
A subida dos avisos prévios de greve coincide com críticas entre sessões de negociação e fabricantes de horários. Observa-se, assim, um cenário de maior mobilização entre trabalhadores e a resposta, por parte dos empregadores, de maior cautela nas mesas de negociação.
Desdobramentos
Especialistas apontam que a tendência pode influenciar a atividade económica no curto prazo, especialmente em setores com maior peso de contratos colectivos. Governo e organizações sociais mantêm o acompanhamento sobre a evolução da situação.
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