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Pacotes de serviços rendem 568 milhões de euros em três meses

Receitas de pacotes de telecomunicações atingem 568 milhões de euros no 1.º trimestre de 2026, com quatro ou cinco serviços a dominar subscrições e rendimentos

No final do 1.º trimestre de 2026 existiam 4,8 milhões de subscritores de pacotes de serviços
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  • No primeiro trimestre de 2026 existem 4,8 milhões de subscritores de pacotes de serviços, mais 38 mil que no mesmo período de 2025.
  • Pacotes com quatro ou cinco serviços são os mais utilizados, representando 61,5% do total, enquanto as subscrições de três serviços caíram 141 mil.
  • As receitas dos serviços em pacote totalizaram 568 milhões de euros, com receita média mensal por subscritor de 39,59 euros (46,50 euros em quatro ou cinco serviços; 31,37 euros em três serviços).
  • A MEO lidera em subscritores com 41,5% e em receitas com 39,9%; NOS fica com 34,9% de subscrições e 37,6% de receitas; Vodafone tem 20,3% e 20,6%; DIGI/NOWO 3,2% e 1,8%.
  • As receitas retalhistas de comunicações eletrónicas caíram 2,6% face ao mesmo trimestre do ano anterior, parcialmente devido à tempestade Kristine.

No primeiro trimestre de 2026, a faturação em pacotes de serviços de telecomunicações totalizou 568 milhões de euros, com 4,8 milhões de subscritores. O número representa um aumento de 38 mil face ao mesmo período de 2025, segundo a ANACOM.

Os pacotes com quatro ou cinco serviços mantêm-se como os mais usados, com 61,5% do total. Ao mesmo tempo, os pacotes de três serviços registaram uma redução de 141 mil subscritores no trimestre.

A receita média mensal por subscritor foi de 39,59 euros. Dentro dos pacotes, quatro ou cinco serviços geram 46,50 euros por mês, enquanto pacotes de três serviços ficam em 31,37 euros.

Na análise de quota de mercado, a MEO continua na liderança, com 41,5% dos subscritores de pacotes. Seguem-se o Grupo NOS com 34,9%, a Vodafone com 20,3% e o Grupo DIGI/NOWO com 3,2%.

No que diz respeito às receitas, a MEO também lidera, com 39,9% do total de faturação de pacotes. O Grupo NOS fica com 37,6%, a Vodafone com 20,6% e o DIGI/NOWO com 1,8%.

As receitas de serviços em pacote consolidam-se em 566 milhões de euros nos três meses analisados, num contexto em que persiste a procura por pacotes mais completos entre os assinantes.

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