- Em 2025, a conectividade aérea da União Europeia estagnou, com um crescimento líquido de 1% na rede.
- Ao longo do ano foram abertas 1.281 rotas, mas foram canceladas cerca de 1.127.
- Destas 1.281 rotas, 568 já tinham existido na última década e estiveram suspensas por pelo menos um ano.
- O ganho líquido de 154 rotas eleva o total da rede para 14.797.
- A IATA atribui a estagnação a encargos regulatórios e custos elevados, pedindo reformas para melhorar a competitividade e a conectividade europeias.
A UE registou estagnação na conectividade aérea em 2025, com apenas 154 rotas líquidas criadas. Dados da IATA indicam que, ao longo do ano, se abriram 1 281 voos diretos, enquanto 1 127 foram cancelados. Destas novas ligações, 568 já tinham existido na última década, mas estiveram suspensas.
Em termos globais, a rede aérea europeia atingiu 14 797 rotas, um aumento de apenas 1% face a 2024. Este crescimento fica aquém da média de 1,5% verificada na década anterior, aponta a IATA.
A análise aponta que a criação de novas ligações depende de fatores como custos operacionais e regulação. A IATA associa a peso regulatório elevado e custos a dificuldades na competitividade da UE.
A IATA defende que reduzir impostos sobre passageiros e baixar custos do combustível de aviação sustentável ajudariam a abrir mais rotas. Também é sugerida maior flexibilidade nos horários dos aeroportos e a reformulação de regras de compensação de voos.
Falta de novas rotas: fatores-chave
A organização aponta ainda que falhas na regulamentação para proteção dos consumidores agravam a incerteza para as companhias. A melhoria depende de decisões políticas que incentivem o crescimento sustentável da conectividade.
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