- A Meo, operadora da Altice, tem um plano de saídas amigáveis para 1.200 trabalhadores.
- A empresa requer o reconhecimento como empresa em reestruturação para expandir o programa, já em curso desde o ano passado.
- O reconhecimento foi divulgado num comunicado do Sindicato dos Trabalhadores de Telecomunicações e Comunicação Audiovisual.
- O despacho de 14 de janeiro aprovou o estatuto que sustenta o reconhecimento e a reestruturação.
- O objetivo é ampliar o conjunto de medidas de saída no âmbito da reestruturação.
A Meo, operadora da Altice, tem em curso um plano de saídas amigáveis que visa alcançar 1200 trabalhadores. A meta foi avançada pela empresa como parte de uma estratégia de reestruturação.
A Meo requereu o reconhecimento como empresa em reestruturação, o que lhe permite ampliar o plano de saídas já iniciado no ano passado. O objetivo é ajustar a estrutura de custos face às necessidades do negócio.
A informação sobre o reconhecimento foi divulgada pelo Sindicato dos Trabalhadores de Telecomunicações e Comunicação Audiovisual, que cita um despacho de 14 de janeiro a aprovar o estatuto.
Reconhecimento como empresa em reestruturação
O despacho atribui à Meo o estatuto de empresa em reestruturação, abrindo margem para medidas de ajustamento de pessoal, incluindo saídas voluntárias. Detalhes sobre critérios e prazos não foram tornados públicos.
Desdobramentos e negociações
A direção da Meo deverá manter contactos com o sindicato para definir fases, condições de saída e critérios de elegibilidade. As negociações deverão decorrer dentro do quadro legal aplicável e das regras laborais em vigor.
Contexto político e económico
O movimento ocorre num cenário de ajustamento no sector das telecomunicações, com empresas a procurar maior eficiência e competitividade. O sindicato sublinha a importância de salvaguardar direitos e rendimentos dos trabalhadores.
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