- A FEVICCOM aderiu à greve geral convocada pela CGTP para três de junho, em protesto contra o pacote laboral.
- A estrutura sindical classifica o pacote laboral como um violento retrocesso social, defendendo que, sob o pretexto da modernização, aumenta a exploração e a precariedade.
- Os trabalhadores da Construção, Cerâmica, Vidro, Cimentos, Madeiras, Cortiças e Pedreiras unem-se à luta contra medidas que podem transformar direitos em privilégios.
- O Governo aprovou, na semana passada, em Conselho de Ministros, a proposta de revisão da lei laboral, que será discutida no parlamento.
- Rosário Ramalho, ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, anunciou a decisão após terminar as negociações na Concertação Social sem acordo.
A Federação dos Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro (FEVICCOM) anunciou a adesão à greve geral convocada pela CGTP para 3 de junho. A federação afirma que o pacote laboral representa um retrocesso social violento.
Os trabalhadores da Construção, Cerâmica, Vidro, Cimentos, Madeiras, Cortiças e Pedreiras vão participar na paralisação para contestar as alterações em análise no parlamento. A organização sustenta que os direitos estão a tornar-se privilégios.
Contexto
O Governo aprovou, na semana passada, a proposta de revisão da lei laboral em Conselho de Ministros. A reforma é alvo de negociação na Concertação Social, que terminou sem um acordo entre Governo, empregadores e sindicatos.
Rosário Ramalho, ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, anunciando a decisão, confirmou que o texto segue para discussão parlamentar. O anúncio foi feito numa conferência de imprensa.
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