- Os presidentes das maiores empresas portuguesas ganharam, em média, 53 vezes mais do que os seus trabalhadores.
- As remunerações conjuntas dos CEOs atingiram 23,4 milhões de euros no ano passado.
- O artigo destaca Jerónimo Martins e Sonae entre as empresas analisadas.
- A galeria permite ver os salários individuais de cada CEO (arraste para ver).
Os presidentes das maiores empresas portuguesas receberam, no ano anterior, remunerações conjuntas que totalizaram 23,4 milhões de euros. A média de ganho entre os CEOs foi de 53 vezes o salário médio dos trabalhadores dessas empresas.
Entre os nomes presentes no conjunto analisado estão os CEOs de Jerónimo Martins e Sonae, citados pela reportagem em referência ao grupo de empresas consideradas as maiores do país. O estudo compara, de forma agregada, as transferências de valor recebidas pelos gestores em relação aos trabalhadores.
A análise destina-se a entender a discrepância entre as remunerações executivas e o retorno salarial médio do universo laboral, fornecendo um retrato da concentração de remunerações no topo das maiores companhias nacionais. O relatório não detalha valores individuais de cada CEO nesta síntese.
Detalhes por empresa
Os dados divulgados permitem observar a variação entre entidades, sem extrapolar números específicos neste resumo. A divulgação geral aponta para uma tendência de maior concentração de remuneração em cargos de topo.
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