- Com a Euribor a subir, as prestações de crédito à habitação com taxa variável aumentam.
- Pode renegociar condições com o banco para reduzir a prestação.
- Também é possível rever os seguros ligados ao crédito para diminuir custos.
- Outras opções incluem ajustar o prazo ou o capital em dívida, conforme acordado com a instituição.
- Em geral, comparar propostas de diferentes bancos pode ajudar a obter condições mais favoráveis.
Com a Euribor a subir, as prestações do crédito à habitação com taxa variável estão a aumentar. Os consumidores com contratos indexados a este parâmetro sentem o peso do aumento mensal.
Quem está envolvido: titulares de crédito à habitação e as instituições financeiras que gerem esses empréstimos, bem como os seguradores vinculados ao crédito. A relação entre bancos e clientes é intensificada pela atual conjuntura.
Quando e onde: o agravamento é observado desde o início do ciclo de subida da Euribor, refletindo-se nos pagamentos mensais dos empréstimos no conjunto do país. A maior parte das notificações é recebida pelos clientes durante a renegociação de contratos.
Por que acontece: o aumento da Euribor eleva o custo de financiamento de habitação com taxa variável, levando a ajustes nas prestações que remuneram o risco da operação e o custo de fundos para as instituições.
Como reduzir a prestação: existem várias vias, desde renegociar condições com o banco até rever os seguros ligados ao crédito. Em muitos casos, ajustar prazos, taxas ou coberturas pode reduzir o valor mensal.
Outras opções exequíveis: verificar a possibilidade de consolidar dívidas, optar por seguros mais competitivos ou ajustar garantias associadas ao crédito. Cada situação requer análise individual junto da instituição financeira.
Impacto no agregado familiar: a redução da prestação alivia fluxos de tesouraria mensais, facilitando o pagamento de outras despesas, sem comprometer a viabilidade do empréstimo.
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