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Parlamento rejeita questionar CGD sobre depósito que rende com aposta na Defesa

Parlamento rejeita ouvir o presidente da Caixa Geral de Depósitos sobre depósito estruturado ligado a ações de defesa, gerando debate no escrutínio parlamentar

Paulo Macedo lidera banco público
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  • O Parlamento rejeitou questionar a Caixa Geral de Depósitos sobre um depósito que rende com o desempenho de ações na área de defesa.
  • O deputado do partido Livre queria ouvir o presidente da CGD sobre o produto de poupança considerado inadequado; a direita rejeitou.
  • O Partido Socialista reconheceu que houve escrutínio excessivo.
  • Até ao dia 24 de abril, a CGD tinha um depósito diferente disponível para subscrição, que não era de juro fixo.
  • O depósito era estruturado, com o rendimento ligado à evolução das cotações das empresas Leonardo (Itália), ArcelorMittal (Luxemburgo) e Siemens (Alemanha).

Até ao dia 24 de abril, a Caixa Geral de Depósitos manteve disponível um depósito diferente para subscrição. Não era um depósito com juros fixos tradicionais, mas um produto estruturado cujo rendimento depende da evolução de três ações europeias ligadas à área de defesa.

O objetivo, segundo vários deputados, era perceber se o produto era adequado para o público investidor. A oposição, representada pela Coordenadora da Livre, quis ouvir o presidente da CGD sobre o depósito. A direção do banco não se pronunciou neste texto.

A controvérsia ganhou consistência com a posição da Direita, que rejeitou o que considerou um escrutínio excessivo sobre a instituição pública. O PS, por seu lado, reconheceu que houve empenho em escrutínio, mas assegurou que seria dentro de limites legítimos.

Contexto do depósito estruturado

O certificado em questão era estruturado, com juros vinculados à cotação de três empresas ligadas à defesa: Leonardo, ArcelorMittal Luxembourg e Siemens. Este formato permite variações no rendimento conforme o desempenho das ações, o que pode aumentar o risco para o investidor.

Segundo fontes parlamentares, a discussão girou em torno de qual seria a amplitude do escrutínio sobre um banco institucional e os critérios de divulgação de produtos complexos. O objetivo era esclarecer responsabilidades e transparência.

O episódio ocorreu no âmbito do escrutínio legislativo sobre a atuação de entidades públicas em matérias de produtos financeiros. Não houve deliberação final sobre o tema, mantendo-se a dúvida sobre futuras audições.

As fontes indicaram que o debate decorreu sem resultados conclusivos até o momento. Não foram anunciadas medidas administrativas ou reformas regulatórias durante as sessões relatadas.

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