- Tiago Oliveira, secretário-geral da CGTP, apelou à convergência de todas as estruturas dos trabalhadores para a greve geral de 3 de Junho, em Lisboa.
- A CGTP acusa o Governo de lançar um “ataque aos trabalhadores” com o pacote laboral, apontando como principais problemas: contratação a prazo de jovens, outsourcing após despedimento, limites à reintegração, serviços mínimos alargados em greves, banco de horas e restrições à entrada de sindicatos.
- A convocação da greve foi anunciada após milhares de trabalhadores terem participado numa concentração na Alameda D. Afonso Henriques, em Lisboa.
- Em Oeiras, o secretário-geral da UGT, Mário Mourão, afirmou que a UGT não vai ceder diante das “traves mestras” da reforma laboral, destacando a unidade da central.
- Mourão recordou que a UGT participou unida na greve de 11 de Dezembro e deixou em aberto a possibilidade de adesão à greve convocada pela CGTP.
Tiago Oliveira, secretário-geral da CGTP, apelou a uma convergência de todas as estruturas dos trabalhadores para a greve de 3 de Junho, denunciando o pacote laboral do Governo como um ataque aos trabalhadores. A convocação já havia sido confirmada pela CGTP.
Pelas palavras do líder, o objetivo é somar forças entre CGTP e UGT, em memória da greve de 11 de Dezembro, quando se uniram. A intervenção ocorreu junto de milhares de trabalhadores na Alameda D. Afonso Henriques, em Lisboa.
O líder sindical destacou que o pacote laboral representa um retrocesso e apontou como principais pontos problemáticos a contratação a prazo para jovens, o outsourcing após despedimentos, limites à reintegração, serviço mínimo alargado e o banco de horas.
UGT responde e posição de Mourão
Em Oeiras, o secretário-geral da UGT afirmou que a organização não cederá perante as chamadas traves mestras do Governo. O discurso do 1.º de Maio na festa no Jamor enfatizou a unidade da UGT e a resistência às propostas governamentais.
Mário Mourão sublinhou que a UGT participou na greve de 11 Dezembro e que continua unida. Referiu que não revelou se aderirá à greve geral convocada pela CGTP, referindo que a unidade da central se manteve frente a tentativas de enfraquecimento.
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