- Esquerda unida no 1.º de maio em Lisboa, a criticar a reforma laboral e a apelar à adesão à greve geral de 3 de junho.
- O PCP ouviu mobilizar todos os trabalhadores, dizendo que o pacote laboral tem de ir ao chão com mais uma grande demonstração de força.
- O BE afirma que o pacote laboral está na iminência de ser derrotado e pede a participação massiva de trabalhadores, sindicalizados e não sindicalizados.
- O Livre sustenta que a rejeição ao pacote é transversal e questiona o apoio do Governo ao Chega, defendendo estabilidade da legislação laboral.
- As críticas centram-se na necessidade de proteger direitos dos trabalhadores e na valorização da concertação social, criticando a forma como CGTP e UGT têm sido tratadas pelo Governo.
Nesta sexta-feira, em Lisboa, a esquerda uniu-se em protesto pelo Dia do Trabalhador, criticando a reforma laboral do Governo e mobilizando a adesão à greve geral de 3 de junho. A manifestação ocorreu na Avenida Almirante Reis, com líderes partidários a reforçar a oposição às medidas em debate no Parlamento.
O PCP afirmou que a greve é dirigida a todos os trabalhadores e que o pacote laboral deve seguir para o chão, fruto da força social. O secretário-geral lembrou exemplos de mobilização anterior que alteraram a correlação de forças e enfatizou a necessidade de construção de uma grande demonstração de rejeição desde já.
O BE destacou a importância de mobilizar tanto trabalhadores sindicalizados como não sindicalizados, defendendo que a greve geral pode derrotar o pacote laboral. O dirigente sublinhou o papel das centrais sindicais e afirmou que, sem a participação da UGT, o impacto seria incompleto.
O Livre integrou a posição de que a rejeição ao pacote é ampla e transversal. A líder parlamentar afirmou que o Governo parece isolado ao associar-se ao Chega para aprovar a reforma e pediu clareza sobre a posição dos ultraconservadores. Também criticou a política de concertação social e o tratamento dado à CGTP e à UGT.
Contexto e desdobramentos
As lideranças destacaram a necessidade de coordenação entre sindicatos e partidos para reforçar a oposição à reforma. A pressão social é apresentada como determinante para evitar alterações que reduzam direitos e aumentem a precariedade. Não houve anúncio oficial de mudanças de agenda, além do já anunciado para a greve de 3 de junho.
Participação e mensagens-chave
A manifestação do Dia do Trabalhador reuniu dirigentes sindicais e políticos em Lisboa, com o foco na defesa de direitos laborais, salários e condições de trabalho. Os líderes enfatizaram a importância de uma resposta unificada contra o pacote laboral, sem indicar novas ações específicas no momento.
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