- Trabalhadores encheram a Avenida dos Aliados, no Porto, para celebrar o 1.º de Maio e exigir alterações ao pacote laboral do Governo de Luís Montenegro.
- A mobilização contou com participação de várias idades, famílias, grupos de trabalho e sindicatos, em ambiente de greve geral potencial.
- Entre as reivindicações estão o fim da precariedade laboral e o aumento de salários.
- Os participantes entoaram o slogan protestante: “o Luís que o pacote é para cair”.
- Um reformado de 74 anos, Henrique Sousa, descreveu já ter participado em lutas históricas e afirmou manter o combate pelos direitos dos trabalhadores.
O 1.º de Maio foi celebrado com uma manifestação na Avenida dos Aliados, no Porto, centrada no pacote laboral do Governo de Luís Montenegro. Os trabalhadores exigem o fim da precariedade e aumentos salariais, em meio a perspectivas de greve geral.
No local, famílias, trabalhadores e sindicatos mostraram unidade na defesa de melhorias laborais. Entre as reivindicações estiveram também prazos para negociações e condições de trabalho mais estáveis.
Henrique Sousa, 74 anos, acompanhou o evento à sombra de edifícios da cidade. Para ele, o histórico de lutas sociais permanece ativo desde antes do 25 de Abril, com o objetivo de manter o movimento por direitos laborais.
Contexto da mobilização
O protesto ocorreu na véspera de respostas oficiais ao pacote laboral, com a participação de diversos setores da sociedade e sindicatos locais. A mobilização insere-se num mês de ações planeadas pelos trabalhadores.
Desdobramentos esperados
Analistas apontam para a possibilidade de greve geral caso o pacote não contenha avanços significativos. As estruturas sindicais aguardam sinalizações do Governo para futuras negociações.
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