- Milhares de pessoas manifestam-se em Lisboa no Dia do Trabalhador contra o pacote laboral, com greve geral marcada para 03 de junho.
- A marcha decorre entre o Martim Moniz e a Alameda D. Afonso Henriques, seguindo para um comício sindical.
- O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, afirmou que a principal reivindicação é a rejeição total do pacote laboral.
- Oliveira disse que, passados nove meses, o conteúdo da alteração à lei do trabalho permanece igual e penaliza os trabalhadores.
- A CGTP anunciou a greve geral para 03 de junho para dar continuidade à luta contra a reforma laboral.
Milhares de trabalhadores saíram às ruas de Lisboa nesta sexta-feira para assinalar o Dia do Trabalhador, em protesto contra o pacote laboral em discussão. O evento contou com uma greve geral anunciada para 3 de junho, segundo a CGTP.
A manifestação, organizada pela CGTP, desfilou entre o Martim Moniz e a Alameda D. Afonso Henriques, onde fica situado o comício sindical previsto para a tarde. O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, encabeçou o discurso principal.
Na plantação de faixas e cartazes, participantes de diferentes gerações repetiram palavras de ordem contra o pacote laboral. Entre mensagens como nenhuma desistência, retrocesso social e oposição ao conteúdo, o protesto enfatizou a rejeição do atual projeto.
Comício eposição
Tiago Oliveira afirmou à Lusa que a prioridade é a rejeição total do pacote laboral, tendo em conta que, passados nove meses, o conteúdo da reforma permanece inalterado. O líder sindical argumentou que o Governo não compreende as dificuldades dos trabalhadores e está alinhado com os patrões.
A CGTP justificou a convocação da greve geral para 3 de junho como continuação da luta contra o que considera uma reforma penalizadora para os trabalhadores. O movimento pediu à população que participe de forma pacífica e informada.
Entre na conversa da comunidade