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Ryanair encerra operações nos Açores; aluguer de carros prevê quebra de 30%

Queda estimada de 30% na procura de viaturas de aluguer nos Açores após a saída da Ryanair, agravando o turismo durante a Páscoa

O aviso do sector de rent-a-car: "A maior preocupação que deve existir é já para o próximo Inverno"
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  • A ARAC revela uma quebra de cerca de 30% na procura por viaturas de aluguer nos Açores face ao mesmo período do ano passado, associada à saída da Ryanair.
  • A Ryanair deixou de operar nos Açores a 29 de março, citando elevadas taxas aeroportuárias e a inacção do Governo Português.
  • A ausência da Ryanair é vista como determinante, dado que atraía turistas com maior procura de aluguer de viaturas e alojamento local.
  • A saída coincidiu com a Páscoa, período tradicionalmente fraco para o turismo, agravando o impacto no sector.
  • O verão é visto como oportunidade de recuperação, mas o inverno preocupa; há alerta de que, sem medidas, a quebra pode ampliar-se, mantendo-se o peso da saída da Ryanair.

A Ryanair cessou a operação nos Açores a 29 de Março, após alegadas taxas aeroportuárias elevadas e inactividade do Governo português. A decisão impactou o turismo na região, com efeitos sentidos na oferta de voos e no sector do aluguer de viaturas.

A Associação Nacional dos Locadores de Veículos (ARAC) — representação nos Açores e na Madeira — aponta uma quebra de 30% na procura de viaturas de aluguer face ao mesmo período do ano anterior. Este valor foi indicado pela ARAC à Lusa.

A ausência da Ryanair é apontada como fator determinante, pois a companhia de baixo custo atraía turistas que recorriam com frequência ao rent-a-car e ao alojamento local. O período da Páscoa coincidiu com a saída da operadora.

Para além da redução verificada em Abril, a ARAC reconhece que outros fatores podem influenciar o mercado, mas destaca que grande parte da quebra se deve à ausência da Ryanair. O Verão deverá trazer maior movimento, dizem.

O responsável da ARAC alerta, no entanto, que o impacto persiste para o próximo Inverno, quando o tráfego pode depender apenas da SATA e da TAP, caso a situação não se altere.

A Ryanair havia informado em Janeiro, via agência Lusa, que encerraria a base nos Açores no fim de Março, afastando-se de qualquer recuo. O Governo Regional dos Açores ainda tentou manter a operação iniciada em 2015, sem sucesso.

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