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Conflito no Irão e mau tempo atrasam o país

PIB português fica estável no primeiro trimestre, entre tempestades e choque energético, com a guerra no Golfo a elevar custos e colocar em risco o crescimento de 2026

Tempestades e chuva contínua afetaram a produção industrial nos primeiro três meses do ano
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  • No primeiro trimestre, o PIB de Portugal não registou crescimento em cadeia, mantendo um avanço homólogo de 2,2% segundo o barómetro da CIP e do ISEG.
  • Tempestades, inundações em início de ano e a Guerra no Golfo Pérsico aceleraram custos e reduziram produção, com a produção industrial a cair 4,4% em fevereiro (7,6% excluindo energia).
  • Em março, a inflação subiu 0,6 pontos percentuais e a produção industrial aumentou 3,5% em termos homólogos, explicado principalmente pela energia.
  • A CIP alerta para um choque energético persistente que pode contaminar toda a economia, levando a custos de produção mais elevados, investimento adiado e menor rendimento disponível das famílias.
  • Embora haja dinamismo em alguns setores (produção de automóveis ligeiros e cimento com alta de 26,1% em março), o quadro geral permanece crítico, com confiança de consumidores e empresas a deteriorar-se no trimestre.

A economia portuguesa arrancou 2026 a estagnar, entre tempestades e tensão no Golfo Pérsico. No primeiro trimestre, o PIB manteve-se sem crescimento em cadeia, avançando apenas 2,2% em termos homólogos, segundo o barómetro da CIP em parceria com o ISEG.

As tempestades de janeiro e fevereiro paralisaram setores inteiros, travando produção e consumo. A guerra no Médio Oriente, iniciada no final de fevereiro, elevou custos empresariais, sobretudo na energia, levando a uma quebra da produção industrial de 4,4% em fevereiro (7,6% sem energia).

Choque energético

A CIP alerta que a persistência do choque energético pode contaminar toda a economia, elevando custos de produção, adiando investimentos e reduzindo rendimentos disponíveis das famílias.

Intervenção governamental e perspetivas

Patronato aponta falhas de apoio às empresas mais expostas ao choque energético; comparações com países vizinhos mostram maior atuação de estímulos noutros destinos, o que afeta a competitividade portuguesa.

Confiança em queda

Indicadores de confiança, de consumidores e empresas, pioraram ao longo do trimestre, com queda mais acentuada em março, alimentando incerteza devido a custos elevados.

Setores com resistência

Apesar do cenário, alguns setores mostram dinâmica. A produção e venda de automóveis ligeiros melhoraram, e as vendas de cimento subiram 26,1% em março, apontando áreas de resistência.

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