- O Banco de Fomento apresenta um conjunto de medidas para ajudar as pequenas e médias empresas (PMEs) a sair da “armadilha” de crescimento e produtividade.
- Vai disponibilizar 30 mil milhões de euros para financiar crescimento, fusões e internacionalização, via linhas de crédito, fundos de capital de risco e fundos de investimento.
- O banco pretende creator um mega-fundo semelhante a um fundo soberano, para investir em projetos de grande dimensão e impacto estratégico para o país.
- O setor das PMEs representa cerca de 99% das empresas e 70% do emprego, mas enfrenta dificuldades de financiamento, fragmentação e baixa produtividade.
- Além disso, o objetivo é promover internacionalização, inovação e digitalização para consolidar o setor, criar emprego e aumentar os salários.
O Banco Português de Fomento anunciou um conjunto de medidas para combater a chamada armadilha das PMEs, que afeta a produtividade e os salários. A estratégia visa consolidar o ramo, promover fusões e facilitar a entrada em novos mercados.
Segundo o presidente do banco, Miguel Cruz, o pacote ascende a 30 mil milhões de euros. O financiamento inclui linhas de crédito, fundos de capital de risco e de investimento, para apoiar crescimento e internacionalização.
A iniciativa pretende criar condições para que as empresas cresçam, gerem emprego e aumentem salários. O banco também pondera criar um mega-fundo, semelhante a um fundo soberano, para projetos de grande dimensão com impacto estratégico.
Miguel Cruz sublinhou que as PMEs representam a grande maioria das empresas portuguesas e uma parcela significativa do emprego, mas enfrentam entraves de financiamento e de fragmentação setorial. A falta de capital é apontada como impedimento ao crescimento.
A estratégia inclui incentivar a internacionalização e apoiar a inovação e a digitalização. Estão previstas linhas de crédito específicas e apoio a projetos que elevem a competitividade das PME nacionais.
O objetivo final é ultrapassar a armadilha de crescimento, consolidar o setor e promover ganhos de produtividade. O banco afirma que a medida visa uma economia mais forte, mais competitiva e mais sustentável para Portugal.
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