- Marco Galinha afirma não integrar órgãos de gestão ou administração da Notícias Direct, sendo apenas acionista da estrutura que detém o Global Media Group.
- O comunicado deixa claro que não integra nem integrou nos últimos anos qualquer Conselho de Administração, Comissão Executiva ou órgão de gestão da Notícias Direct ou de entidades operacionais ligadas ao processo.
- Reforça que está a esclarecer publicamente notícias da TSF, Jornal de Notícias e O Jogo, que descreve como falsas e factualmente incorretas.
- Alega que a Notícias Ilimitadas utiliza as suas publicações como arma num conflito comercial e viola o código deontológico do jornalismo, exigindo verificação dos factos e a intervenção da ERC.
- Acrescenta que a Notícias Ilimitadas tem rendas em dívida a uma empresa do grupo Bel, relacionada com o imóvel onde atua, e vai avançar com ações legais, incluindo danos cíveis e comunicação às autoridades competentes.
Marco Galinha afirma que não integra estruturas de gestão nem administração da Notícias Direct. Em comunicado emitido nesta quarta-feira, esclarece que é acionista da entidade que detém o Global Media Group. Reforça que não participa de órgãos de direção da Notícias Direct ou de entidades operacionais ligadas ao processo.
O empresário sublinha que não integra nem integrou nos últimos anos o Conselho de Administração, a Comissão Executiva ou qualquer órgão de gestão da Notícias Direct. O objetivo é esclarecer informações veiculadas pela imprensa.
Além disso, Galinha contesta notícias da TSF, Jornal de Notícias e O Jogo, consideradas falsas e incorretas. Questiona a atuação de Notícias Ilimitadas, proprietária dos órgãos, como arma num conflito comercial.
Contexto
O comunicado acusa a Notícias Ilimitadas de publicar declarações sem verificação de factos e de violar o código deontológico do jornalismo. O empresário solicita à ERC e a órgãos de autorregulação que investiguem a situação.
O texto acrescenta que a Notícias Ilimitadas tem rendas em atraso a uma empresa diretamente ligada ao grupo Bel, relacionada com o imóvel onde a atividade é desenvolvida. Alega má-fé na difusão de dívidas inexistentes associadas a Marco Galinha.
Ação legal prevista
Galinha afirma que vai activar mecanismos legais, incluindo ações cíveis por danos resultantes da difusão de informações falsas. Pretende ainda colaborar com autoridades competentes para esclarecer os factos.
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