- A UGT rejeitou a proposta do Governo apresentada para a reforma laboral.
- A decisão baseou-se no documento enviado pelo Governo aos parceiros sociais após a reunião de 24 de março.
- Concessões feitas na reunião de 6 de abril não ficaram registadas por escrito e não foram consideradas na votação final.
- A posição da UGT manteve-se embora as cedências tenham sido explicadas aos dirigentes do secretariado nacional.
- A UGT alega que a posição não teve em conta promessas feitas no início da semana.
A UGT rejeitou a proposta de pacote laboral apresentada pelo Governo, com base no documento enviado aos parceiros sociais após a reunião de 24 de março. A votação final não teve em conta as cedências discutidas na reunião de 6 de abril, que não ficaram registadas por escrito, mas foram explicadas aos dirigentes pelo secretariado nacional.
A central sindical classificou as propostas como tendo “reduzidos avanços” e considerou-as “inaceitáveis”, apontando divergências relevantes com as promessas feitas no início da semana. A decisão foi comunicada após análise detalhada dos textos pelo seu órgão máximo.
Segundo a leitura da UGT, as concessões de 6 de abril não constavam do registo formal que influenciou a decisão final, o que contribuiu para a rejeição. O Governo ainda não divulgou respostas oficiais sobre eventuais ajustes ou a próxima ronda negocial.
Contexto e perspetivas futuras
A agência sindical sustenta que o documento apresentado pelo Governo não reflete plenamente os acordos discutidos em reuniões anteriores. A UGT diz manter posição de abertura a negociações, desde que haja avanço claro em pontos considerados vitais.
O Governo, por seu lado, não confirmou se irá apresentar nova versão do pacote e quais alterações poderá aceitar. O tema continua em aberto e depende de encaminhamentos entre o Executivo e os parceiros sociais.
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