- A Montepio Geral não consegue dissipar as dúvidas da auditora PwC, que existem há sete anos.
- A PwC defende que lucros e património da Associação Mutualista Montepio Geral estão sobreavaliados.
- Em 2025, a associação registou uma melhoria de 10% no lucro, mas continua com o cartão vermelho da auditoria.
- A administração e o conselho fiscal negam a existência de problemas.
- Virgílio Lima lidera a instituição desde 2019 e foi reeleito em dezembro passado.
A PwC continua a levantar dúvidas sobre as contas da Associação Mutualista Montepio Geral, maior mutualista de Portugal. A relação entre a associação e a auditora já dura sete anos, desde a sua designação. Em 2025, apesar de um lucro mais alto, o saldo vermelho mantinha-se e a administração não reconhece problemas.
Virgílio Lima iniciou novo mandato como presidente em 2019 e foi reeleito em dezembro passado. Mantém a gestão enquanto persiste a disputa com a PwC, que sustenta avaliações inferiores para lucros e património da Montepio Geral. A posição da audita permanece sob escrutínio.
Auditoria em curso
Em 2025, a Montepio Geral apresentou um lucro com melhoria de cerca de 10%, mas a avaliação da PwC continua a apontar rácios que, segundo a auditora, indicam sobreavaliação de ativos. A administração e o conselho fiscal mantêm a posição de que não existem irregularidades.
A gestão da Montepio Geral afirma que as contas são estáveis e que os processos de controlo interno estão em conformidade. A PwC, por seu lado, mantém a auditoria em curso e não comenta publicamente detalhes adicionais do caso.
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