- A tempestade Kristin causou estragos elevados na agricultura, sobretudo na produção em estufas.
- As coberturas de seguros agrícolas são muito reduzidas, devido a poucas seguradoras que as oferecem e a poucos agricultores que as subscrevem.
- Esta menor adesão não ajuda a baixar os prémios dos seguros agrícolas.
- Ana Duarte, directora-geral Sul da corretora F. Rego, defende a criação de um fundo para catástrofes como solução.
- As declarações foram feitas ao PÚBLICO.
A tempestade Kristin provocou danos elevados na agricultura, com impacto marcado nas estufas. O setor enfrenta coberturas de seguros escassas, já que são poucas as seguradoras que as oferecem e poucos agricultores que as subscrevem.
Essas limitações contribuem para a estagnação dos prémios de seguro no segmento agrícola. Quem analisa o mercado afirma que a oferta reduzida pressiona a capacidade de proteção dos produtores.
Ana Duarte, directora-geral Sul da corretora F. Rego, defende que a solução passa pela criação de um fundo para catástrofes. A autora da proposta vê o fundo como forma de mitigar riscos e incentivar a adesão a seguros.
Proposta de solução
A ideia é estruturar um fundo conjunto para apoiar perdas causadas por eventos climáticos extremos. A implementação dependerá de envolvimento público e privado, bem como de critérios de elegibilidade e financiamento estável para produtores.
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