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Governo debate se precisa de orçamento rectificativo com 2 mil milhões em jogo

Governo pode abrir orçamento rectificativo apenas se o impacto atingir cerca de dois mil milhões de euros, dependendo das perdas das tempestades e das margens de segurança

Primeiro-ministro, na foto com Miranda Sarmento, afastava, há duas semanas, necessidade de um rectificativo, pelo menos "neste momento"
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  • O Governo pode ponderar um orçamento rectificativo se o impacto financeiro chegar a aproximadamente dois mil milhões de euros.
  • As margens de segurança previstas nos orçamentos aprovados pelo Parlamento têm ajudado a evitar rectificativos no passado.
  • Desta vez, o limite de impacto que o Governo admite aceitar sem rectificativo parece situar-se em dois mil milhões de euros.
  • O objetivo de medidas relacionadas com as despesas provocadas pelas tempestades influenciará a decisão, ainda em análise.
  • A informação necessária para confirmar a nova posição deverá ficar disponível dentro de algumas semanas.

O Governo pode ter de recorrer a um orçamento rectificativo, dependendo do impacto financeiro das despesas públicas. O limiar considerado é de cerca de dois mil milhões de euros.

A dúvida decorre das despesas associadas à resposta às tempestades recentes. O Executivo aposta nas margens de segurança já previstas nos orçamentos aprovados pelo Parlamento.

A decisão será tomada nas próximas semanas, conforme o Governo recebe a informação detalhada sobre os impactos reais. Ainda não há uma posição final anunciada.

Apesar do uso potencial das margens de segurança, o objetivo é manter a estabilidade fiscal sem recorrer a ajustes adicionais de grande envergadura, até ao momento não confirmado.

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