- A inflação em Fevereiro situou-se em 2,1% segundo a estimativa rápida do Instituto Nacional de Estatística (INE).
- Os preços dos alimentos contribuíram para a aceleração da inflação acima dos 2%.
- Em Janeiro, a inflação tinha ficado em 1,9% e a versão rápida de Fevereiro confirma o aumento.
- A variação média dos últimos doze meses manteve-se em 2,3%, idêntica ao mês anterior.
- Os alimentos não transformados subiram para 6,6% (era 5,8% no mês anterior), enquanto os energéticos permaneceram em -2,2% na comparação homóloga.
Os preços da alimentação voltaram a puxar a inflação em Portugal em Fevereiro, levando o índice de preços no consumidor a 2,1%. A estimativa rápida do INE, publicada a 27 de Fevereiro, revela este valor provisório.
Face a Janeiro, a inflação acelerou de 1,9% para 2,1%. O mesmo movimento verifica-se no índice harmonizado de preços no consumidor, utilizado para comparação entre países da UE.
Esta leitura rápida servirá de base para a leitura definitiva do INE a 11 de Março. A inflação acima dos 2% marca o regresso desta variável a um patamar elevado após umamonth de queda.
A variação média dos últimos 12 meses manteve-se em 2,3% em Fevereiro, idêntica ao mês anterior, o que sugere uma leitura mais estável a longo prazo. O indicador subjacente também subiu, com exclusão de alimentos não transformados e energéticos, para 1,9%.
Entre os componentes mais relevantes, os alimentos não transformados registaram um aumento de 6,6% (6,6% em Fevereiro, face a 5,8% em Janeiro). Este grupo continua a ser o mais influente no registo anual de preços.
Os produtos energéticos mantiveram uma variação homóloga de -2,2%. Este contraste entre alimentação em alta e energia em queda contribui para a composição global da inflação em Fevereiro.
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