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Tempo ruim eleva preços de frutas e hortícolas

O mau tempo eleva preços de hortícolas e frutos; cebola, maçã golden e batata vermelha lideram as subidas, com azeite virgem extra acima de sete euros

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  • O cabaz alimentar da Deco Proteste desacelerou esta semana, mas alguns itens de hortícolas e frutos subiram devido ao mau tempo; o cabaz totalizou 253,27 euros.
  • Desde o início do ano, a curgete atingiu a maior variação de preço entre os itens essenciais, subindo 71% para 3,23 euros por quilo.
  • Em termos semanais, a cebola (1,44 euros), a maçã golden (2,08 euros), a batata vermelha (1,40 euros) e a alface frisada (2,83 euros) estão entre os maiores aumentos.
  • O azeite virgem extra está entre os maiores aumentos, com uma garrafa de 75 centilitros a custar 7,12 euros, acima dos sete euros.
  • Os ovos devem registar aumentos nas próximas semanas devido à destruição de aviários causadas pelas tempestades; a caixa de seis ovos custa 2,12 euros, subindo 49 cêntimos (30%) em relação a há um ano.

O custo do cabaz alimentar da Deco Proteste registou uma ligeira descida nesta semana, mas alguns produtos essenciais continuam a subir devido ao mau tempo. Hortícolas e frutos são os mais afetados pela destruição de estufas e pelos aumentos nos custos de transporte.

Entre os produtos com maior variação semanal estão a cebola, a maçã golden, a batata vermelha e a alface frisada, que integram o grupo dos aumentos mais relevantes. A curgete dispara 71% face ao início do ano, tornando-se o item com maior variação desde janeiro.

O preço do azeite virgem extra acompanha a tendência de subida, com a garrafa de 75 cl a ultrapassar os sete euros. Em sentido contrário, o cabaz global mantém-se elevado, refletindo a fraca produção em várias áreas de hortícolas.

A Deco Proteste aponta que a destruição de estufas e o aumento dos custos de transporte são fatores-chave para as subidas de preços. Os ovos também devem registar aumentos nas próximas semanas, após a quebra de aviários provocada pelas tempestades.

Comparando com há um ano, a caixa de seis ovos está mais cara em 49 cêntimos, o que representa um crescimento de 30%. O cabaz total, composto por 63 itens essenciais, ficou esta semana nos 253,27 euros, um dos valores mais altos desde o início do monitorização em 2022.

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