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Governo da Guiné Equatorial exige cortes nos gastos públicos e rentabilidade

Governo da Guiné Equatorial impõe prazo de um mês para apresentar planos de redução de gastos, salários e subsídios das estatais, com possível privatização

Governo da Guiné Equatorial exige reduções nos gastos públicos e nos planos de rentabilidade
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  • O vice-presidente da Guiné Equatorial, Nguema Obiang Mangue, pediu cortes nos gastos públicos e em planos de rentabilidade das empresas estatais, com prazo de um mês para apresentar propostas concretas.
  • O objetivo é reduzir subsídios, salários e despesas das estatais, para que deixem de gerar prejuízos e passem a ser mais lucrativas.
  • A instrução foi dada numa reunião no Palácio do Povo, convocando várias pastas ministeriais para analisar a situação económica das empresas estatais.
  • Foi ordenado apresentar planos na primeira semana de fevereiro para reduzir custos, rever salários e diminuir a dependência de subsídios, com avaliação de ativos para decidir sobre privatização parcial ou total.
  • O vice-presidente também solicitou um plano para fortalecer a arrecadação de impostos e proibiu a liberação direta de mercadorias, para evitar irregularidades.

O vice-presidente da Guiné Equatorial, Nguema Obiang Mangue, exigiu nesta quarta-feira reduções nos gastos públicos e nos planos de rentabilidade das empresas estatais, com um prazo de um mês para apresentarem propostas. O objetivo é reduzir subsídios, salários e despesas.

A instrução foi dada numa reunião de trabalho no Palácio do Povo, onde Mangue convocou várias pastas ministeriais para analisar a situação económica das empresas estatais. O comunicado foi publicado no site da Presidência.

Segundo a comunicação oficial, o Estado investe recursos significativos nessas empresas mesmo quando não geram lucros, representando um ónus para o orçamento nacional. Medidas deverão entrar na primeira semana de fevereiro para reduzir despesas e dependência de subsídios.

Medidas em discussão

Nguema Obiang Mangue solicitou a avaliação dos ativos de empresas com participação estatal para decidir se devem manter-se sob controlo público ou seguir processos de privatização. Também pediu um plano para fortalecer a arrecadação de impostos.

Paralelamente, o vice-presidente instruiu o Ministério das Finanças a definir ações para melhorar a fiscalização fiscal, após identificar casos de evasão fiscal entre empresas. Foi ainda proibida a liberação direta de mercadorias para evitar irregularidades.

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