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Góis conclui projeto de controlo de espécies invasoras na Serra da Lousã

Góis conclui candidatura para controlo de espécies invasoras na Serra da Lousã, cobrindo 25,3 ha, com rearborização de espécies autóctones e maior resiliência aos incêndios

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  • O Município de Góis concluiu a candidatura “Floresta e Gestão Florestal Sustentável Góis – Prevenção e controlo de espécies exóticas invasoras lenhosas e da regeneração natural de espécies do género Eucalyptus spp”, na Serra da Lousã, com incidência nas aldeias do xisto de Comareira, Aigra Nova, Aigra Velha e Pena.
  • O foco foi o controlo e mitigação da expansão de espécies invasoras, nomeadamente Mimosa (Acacia dealbata) e Eucalipto (Eucalyptus spp.), em áreas integradas na Rede Natura 2000.
  • O projeto abrange 25,3 hectares e incluiu ações de recuperação ecológica de áreas com eucalipto e mimosa, bem como rearborização com espécies autóctones — bétula, castanheiro, cerejeira e azereiro.
  • As intervenções combinaram técnicas mecânicas e aplicação localizada de produtos fitofarmacêuticos para eliminar plantas indesejadas e favorecer espécies nativas.
  • Iniciado em maio deste ano, o projeto pretende, além de proteger as aldeias, valorizar o paisagismo local e aumentar a resiliência da floresta a incêndios rurais.

O Município de Góis lançou um projeto de intervenção na Serra da Lousã para controlar espécies invasoras lenhosas, nomeadamente mimosa (Acacia dealbata) e eucalipto (Eucalyptus spp.), áreas integradas na Rede Natura 2000. O programa começou em maio e abrange 25,3 hectares, com ações de restauração ecológica nas zonas envolventes das aldeias do xisto de Comareira, Aigra Nova, Aigra Velha e Pena. O objetivo é mitigar a expansão de espécies invasoras e promover um ordenamento florestal sustentável.

As ações incluem rearborização com espécies autóctones — bétula, castanheiro, cerejeira e azereiro —, adaptadas ao território, bem como controlo mecânico das invasoras e aplicação localizada de fitofarmacêuticos. A intervenção visa criar condições para a fixação de espécies nativas e reduzir o risco ambiental associado a densidades de eucalipto e mimosa.

Reforço da resiliência e valor paisagístico

A iniciativa pretende aumentar a resiliência do território a incêndios rurais, promovendo uma paisagem mais diversificada e sustentável. O projeto também contribui para a valorização paisagística das aldeias da região, ao fomentar a regeneração natural de espécies do género Eucalyptus spp. sob gestão cuidadosa e monitorização contínua. A ação insere-se na estratégia regional de preservação ambiental e gestão florestal responsável.

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