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Mortos portugueses e lusodescendentes sobem para 95 nos sismos na Venezuela

Número de mortos entre portugueses e lusodescendentes nos sismos da Venezuela sobe para 95; há 58 desaparecidos, com maior incidência em La Guaira

Sobe para 95 o número de portugueses e lusodescendentes mortos nos sismos que atingiram a Venezuela
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  • O número de portugueses e lusodescendentes mortos nos sismos que atingiram a Venezuela subiu para 95, e há 58 pessoas desaparecidas.
  • A maioria das vítimas residia em La Guaira, onde ocorreram os sismos de maior intensidade, e a maioria tinha entre 20 e 40 anos.
  • O sismo de magnitude 7,7 ocorreu na passada segunda-feira, às 17h31 locais, seguido de várias réplicas, incluindo uma de 6,9.
  • O Governo venezuelano declarou estado de emergência em várias regiões e pediu ajuda internacional para fazer face às consequências.
  • O Governo português acompanha a situação, enviou apoio às autoridades venezuelanas e às famílias das vítimas e mantém contacto com as autoridades no terreno.

O número de portugueses e lusodescendentes mortos nos sismos que atingiram a Venezuela subiu para 95, informou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE). Ainda há 58 pessoas desaparecidas, acrescentou a mesma fonte.

Segundo o MNE, a maioria das vítimas residia em La Guaira, onde os sismos tiveram maior intensidade. A faixa etária predominante entre as vítimas é entre os 20 e 40 anos.

O sismo de magnitude 7,7 ocorreu na passada segunda-feira, às 17h31 locais, com várias réplicas, incluindo uma de 6,9. O abalo causou danos significativos em várias regiões, incluindo Caracas.

O Governo venezuelano declarou estado de emergência em áreas afetadas e pediu ajuda internacional. O sismo foi sentido também em vários países vizinhos e no Caribe.

Portugal enviou uma equipa de apoio às autoridades venezuelanas e disponibilizou recursos para assistência às vítimas. O MNE mantém contacto estreito com as autoridades venezuelanas para coordenar a ajuda.

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