- As chamas irromperam na madrugada de quinta-feira em Vouzela e alastraram a Tondela e Águeda.
- Cerca de 1.300 bombeiros estiveram no terreno, com o apoio de 12 meios aéreos e 432 veículos, alguns vindos de Espanha.
- No final da tarde o combate mostrava sinais positivos, mas as autoridades mantêm cautela frente a evoluções do fogo.
- O Comandante Nacional da Proteção Civil pretende evitar revezes no terreno.
- O estado de alerta deverá manter-se na próxima semana devido às condições meteorológicas, e o primeiro-ministro apelou ao cumprimento das indicações das autoridades.
O fogo considerado horrível deflagrou-se na madrugada de quinta-feira em Vouzela, avançando para Tondela e Águeda. No sábado, as chamas continuaram sob vigilância das autoridades e motivaram mobilização de meios.
Cerca de 1300 bombeiros participaram no combate, apoiados por 12 meios aéreos e 432 veículos, alguns deles provenientes de Espanha. O funcionamento do dispositivo manteve-se contínuo ao longo do dia, com avanços recentes no terreno.
O estado de alerta deverá manter-se na próxima semana, face às condições meteorológicas previstas. O primeiro-ministro reforçou a necessidade de cumprir as indicações das autoridades e de manter a população informada.
Operacionais e recursos
As autoridades não indicaram números atualizados de feridos ou de desalojados até ao momento. O foco permanece na proteção de áreas habitadas e de infraestruturas críticas da região.
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