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Supremo recusa redução de pena para homicida da Areosa solicitada pelo MP

STJ rejeita redução de pena solicitada pelo MP; homicida da Areosa mantém 22,5 anos de prisão pela morte de Sónia Escobar Fernandes

Mulher foi morta com dois tiros numa loja da Areosa, no Porto
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  • O Ministério Público pediu reduzir a pena do homicida da Areosa em um ano e meio.
  • O Supremo Tribunal de Justiça recusou o pedido de atenuação.
  • O STJ determinou que o homicida cumpra 22 anos e meio de prisão.
  • O crime ocorreu em julho de 2024, quando a ex-companheira, Sónia Escobar Fernandes, foi morta a tiro de caçadeira numa loja da Areosa, no Porto.

O Ministério Público pediu ao STJ a redução da pena em um ano e meio para o homicida da Areosa. O Supremo recusou a proposta e determinou que o arguido cumpra 22,5 anos de prisão pela morte de Sónia Escobar Fernandes, ocorrida em julho de 2024 na Areosa, Porto.

O crime ocorreu numa loja da Areosa, quando o suspeito disparou com uma caçadeira contra a ex-companheira, segundo a acusação. A decisão mantém a condenação prevista para o caso.

Nos autos, o MP argumentou a atenuação com base em circunstâncias atenuantes, mas o STJ entendeu não correspondentes aos critérios legais, consolidando a pena de referência.

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